Postagens populares

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Somente enlouqueço

Eu enlouqueço sozinha
Sozinha, eu enlouqueço
Enlouqueço eu (enlouqueço-me) sozinha
Só enlouqueço eu
Só, eu enlouqueço
Apenas Me enlouqueço
Enlouqueço, apenas

sozinha...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Só de passagem...

Por todo momento que estava ali, na sacada, deitada, olhei o movimento das nuvens. Diante de mim, um prédio que fazia-me perder a conta, de tantos andares. Diante delas, o mesmo prédio, obstruindo a passagem. O "aqui embaixo" não estava diante delas. Pude perceber tocarem o prédio... Depois que tocaram-no, desapareceram, como se fugissem de mim e o fato de observá-las incomodasse. Mal sabiam, que eu apenas descansava os olhos nelas, não eram meu fim. Ainda bem que fugiram a tempo, eram só um porto de passagem, para descanso, e só agora percebi, não o meu destino.

domingo, 27 de julho de 2008

Rotina

Tudo está começando novamente.
Tudo começando. Nova mente?
Tudo está começando de novo, novamente.
Tudo está começando, velhamente.
De novo, nada está começando.
De novo, nem nova mente.
Tudo de velho, de novo.

De volta à rotina

Preparar as aulas da semana. Passar o aspirador de pó no quarto. Instalar a cortina (também no quarto). Terminar o relatório de estágio (na verdade, começar o relatório de estágio). Corrigir algumas redações. Organizar meus horários. Estudar Inglês. Estudar Francês. Fazer trabalhos pendentes. Encaixar alunos nos horários vagos. Esquecer os horários vagos. Reparar pendências do estágio (primeiro, descobrir quais são as pendências). Estudar documentários. Rever documentários. Ver alguns filmes. Rever outros. Readaptar relógio biológico (ver se ele ainda existe!). Preparar mais aulas. E deixar mais algumas preparadas. Voltar à rotina. Esquecer que eu existo.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Quando a estrela que clareia a noite for embora sem dizer tchau.

Texto de Rita Apoena:

Alvorada

Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça.



Hoje eu não consegui nem escrever.

domingo, 29 de junho de 2008

semana que vem

é quando quase tudo vai ser decidido!
vai dar certo, vai dar certo!
pensamento positivo.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Os gritos de socorro estão se silenciando.
Espero que seja pq estejam sendo ouvidos e não precisem mais existir.
Não quero apenas ser silenciada - simplesmente.